
Numa altura em que a Nissan prepara o seu ‘Programa Verde Global 2016’, o fabricante nipónico revela qual tem sido o seu papel na contribuição para a diminuição das emissões de dióxido de carbono, através da sua gama de eléctricos, na qual o grande protagonista é o modelo Leaf. Na Europa já foram comercializados 41.100 exemplares do Nissan Leaf que, no total, evitaram a emissão de cerca de 50 milhões de quilogramas de CO2, devido ao seu carácter eléctrico e com zero emissões.
“Com o nosso ‘Programa Verde Global’, a Nissan está a liderar pelo exemplo. No último ano fiscal, propusemos soluções para reduzir as emissões de CO2 em 50 mil toneladas”, afirmou Paul Willcox, Presidente da Nissan Europa, acrescentando que “é mesmo possível criar modelos de mobilidade eficientes e sustentáveis que previnem emissões poluentes, protegem o ambiente e também vão ao encontro das necessidades individuais, colectivas e dos transportes da sociedade actual”.
A Nissan prevê que, em 2050, haja cerca de 2.5 mil milhões de veículos no mundo, mais 1.5 milhões do que nos dias de hoje. Actualmente, é estimado que os automóveis emitam 600 milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera, número que leva os fabricantes a considerar alternativas aos combustíveis fósseis conforme o número de automóveis cresce e, consequentemente, o de emissões.
Um estudo do Instituto de Diversificação e Poupança de Energia revelou que a circulação de mil eléctricos numa cidade diminuiria as emissões de gases de efeito de estufa em mais de 30 mil kg e de CO2 em mais de dois mil quilogramas por ano.
Desde a sua chegada ao mercado, em 2010, o Nissan Leaf já vendeu 178.074 unidades a nível global.
Nissan prepara 'Programa Verde Global 2016'
Numa altura em que a Nissan prepara o seu ‘Programa Verde Global 2016’, o fabricante nipónico revela qual tem sido o seu papel na contribuição para a diminuição das emissões de dióxido de carbono, através da sua gama de eléctricos, na qual o grande protagonista é o modelo Leaf. Na Europa já foram comercializados 41.100 exemplares do Nissan Leaf que, no total, evitaram a emissão de cerca de 50 milhões de quilogramas de CO2, devido ao seu carácter eléctrico e com zero emissões. “Com o nosso ‘Programa Verde Global’, a Nissan está a liderar pelo exemplo. No último ano fiscal, propusemos soluções para reduzir as emissões de CO2 em 50 mil toneladas”, afirmou Paul Willcox, Presidente da Nissan Europa, acrescentando que “é mesmo possível criar modelos de mobilidade eficientes e sustentáveis que previnem emissões poluentes, protegem o ambiente e também vão ao encontro das necessidades individuais, colectivas e dos transportes da sociedade actual”. A Nissan prevê que, em 2050, haja cerca de 2.5 mil milhões de veículos no mundo, mais 1.5 milhões do que nos dias de hoje. Actualmente, é estimado que os automóveis emitam 600 milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera, número que leva os fabricantes a…
Mais Recentes
Infarmed manda retirar do mercado protetor solar Perfect Skin FPS 50
Fisco suspeita de faturas falsas nas plataformas digitais e quer reforçar controlos
Caso Lyhanna: assassinato de menina de 11 anos leva França a rever 69 mil processos e a deter 675 suspeitos
“As empresas enriquecem, nós derretemos”: estátuas de gelo expõem trabalhadores ao calor extremo em Roma
Edição Impressa
AssinarNewsletter
Mais Notícias

Infarmed manda retirar do mercado protetor solar Perfect Skin FPS 50

Fisco suspeita de faturas falsas nas plataformas digitais e quer reforçar controlos

Caso Lyhanna: assassinato de menina de 11 anos leva França a rever 69 mil processos e a deter 675 suspeitos

“As empresas enriquecem, nós derretemos”: estátuas de gelo expõem trabalhadores ao calor extremo em Roma

Receitas do grupo OLX sobem 28% para 853 M€ no exercício terminado em março

Poeira do deserto está a aumentar na Europa

Guerras esgotam arsenais dos EUA e Trump exige produção acelerada de armas aos gigantes da defesa

Operação Oráculo: PJ detém funcionária judicial suspeita de divulgar online imagens de vítimas e peças processuais

Lucro do Morgan Stanley aumenta 58% no 2.º trimestre para 4.893 M€



